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Amplificadores
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Eletrostática – Campos, potencial e tensão
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Sinais e sistemas
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Engenharia reversa (Utensílios domésticos)
Vídeos que exploram o modo como as coisas funcionam.
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Sobre a Aula
Integrar sen(mt) e cos(mt) ao longo de um período completo igual a zero.
Versão original criada por Sal Khan.
No vídeo passado, vimos que podemos representar uma função pulso quadrado utilizando a Série de Fourier, onde somamos termos de senos e cossenos.
Como vamos trabalhar bastante com essas funções, é importante verificar algumas de suas propriedades fundamentais.
Propriedade das integrais de seno e cosseno
Vamos analisar, primeiramente, a seguinte integral:
I=∫02πsin(mt) dtI = int_{0}^{2pi} sin(m t) , dtI=∫02πsin(mt)dt
Se o intervalo de integração vai de 000 até 2π2pi2π e mmm é um número inteiro não nulo (m∈Z∖{0}m in mathbb{Z} setminus {0}m∈Z∖{0}), podemos observar que a função seno se repete dentro desse intervalo. Isso significa que as áreas positivas e negativas se cancelam, levando à seguinte conclusão:
∫02πsin(mt) dt=0int_{0}^{2pi} sin(m t) , dt = 0∫02πsin(mt)dt=0
O mesmo raciocínio se aplica à integral do cosseno:
∫02πcos(mt) dt=0int_{0}^{2pi} cos(m t) , dt = 0∫02πcos(mt)dt=0
Agora, vamos demonstrar matematicamente essa propriedade.
Demonstração
Sabemos que a derivada do cosseno é o seno negativo:
ddtcos(mt)=−msin(mt)frac{d}{dt} cos(m t) = -m sin(m t)dtdcos(mt)=−msin(mt)
Com isso, podemos expressar a integral do seno como a primitiva do cosseno:
∫sin(mt) dt=−1mcos(mt)int sin(m t) , dt = -frac{1}{m} cos(m t)∫sin(mt)dt=−m1cos(mt)
Agora, aplicamos os limites de integração:
I=[−1mcos(mt)]02πI = left[ -frac{1}{m} cos(m t) right]_{0}^{2pi}I=[−m1cos(mt)]02π
Substituindo:
I=−1m[cos(m⋅2π)−cos(0)]I = -frac{1}{m} left[ cos(m cdot 2pi) – cos(0) right]I=−m1[cos(m⋅2π)−cos(0)]
Sabemos que, para qualquer número inteiro mmm:
cos(m⋅2π)=cos(0)=1cos(m cdot 2pi) = cos(0) = 1cos(m⋅2π)=cos(0)=1
Portanto:
I=−1m(1−1)=−1m⋅0=0I = -frac{1}{m} (1 – 1) = -frac{1}{m} cdot 0 = 0I=−m1(1−1)=−m1⋅0=0
Ou seja, a integral do seno de um múltiplo inteiro de ttt em um ciclo completo sempre resulta em zero.
Agora, provemos o mesmo para o cosseno.
Sabemos que a derivada do seno é o cosseno:
ddtsin(mt)=mcos(mt)frac{d}{dt} sin(m t) = m cos(m t)dtdsin(mt)=mcos(mt)
Logo, a integral do cosseno é dada por:
∫cos(mt) dt=1msin(mt)int cos(m t) , dt = frac{1}{m} sin(m t)∫cos(mt)dt=m1sin(mt)
Aplicamos os limites de integração:
J=[1msin(mt)]02πJ = left[ frac{1}{m} sin(m t) right]_{0}^{2pi}J=[m1sin(mt)]02π
Substituindo:
J=1m[sin(m⋅2π)−sin(0)]J = frac{1}{m} left[ sin(m cdot 2pi) – sin(0) right]J=m1[sin(m⋅2π)−sin(0)]
Sabemos que:
sin(m⋅2π)=sin(0)=0sin(m cdot 2pi) = sin(0) = 0sin(m⋅2π)=sin(0)=0
Portanto:
J=1m(0−0)=0J = frac{1}{m} (0 – 0) = 0J=m1(0−0)=0
Conclusão
Mostramos, portanto, que:
∫02πsin(mt) dt=0int_{0}^{2pi} sin(m t) , dt = 0∫02πsin(mt)dt=0 ∫02πcos(mt) dt=0int_{0}^{2pi} cos(m t) , dt = 0∫02πcos(mt)dt=0
Essas propriedades serão essenciais para os próximos vídeos, pois são fundamentais no estudo da Série de Fourier e suas aplicações.

